Qualidade no ensino superior público e privado Brasileiro
… Estudando, pesquisando e escrevendo no final de semana para o trabalho na disciplina de Pesquisa de Opinião Pública II com a professora Sônia Cabestré, decidi postar o tópico sobre políticas públicas no ensino superior público e privado no Brasil.
Hoje em dia muito se fala de pesquisa de opinião pública, mas pouco se entende a sua importância nas organizações. Para um Relações Públicas a pesquisa é a essência para os resultados e portanto as empresas e instiuições em geral devem pensar na pesquisa de opinião como algo a ser investido e levado em a sério quanto a execução de resultados.
Segue abaixo o tópico sobre a pesquisa.
Políticas Públicas
As políticas públicas do ensino superior público e privado no Brasil
A política rege todo o sistema de uma nação, está nas mãos dos governantes decidirem a melhor educação para o povo brasileiro. Os grandes idealizadores da educação já deixaram e ainda estão deixando seus conceitos e marcas na história, e é assim que grandes projetos surgem, através de um conhecimento já registrado e outros que estão sendo reinventados para atender as necessidades e a demanda da grande cobrança por qualificação profissional. Mas será que esses novos modelos em educação têm atingido os objetivos de construir o conhecimento e a sabedoria em cada estudante?
A qualidade do ensino superior privado passa a ser duvidosa, pelo seu grande crescimento e pela metodologia adotada. A grande discussão tem sido em: - Que instrumentos a sociedade tem para avaliar a qualidade do ensino superior público e privado?
A que se dá o crescimento do número de faculdades e universidades no território brasileiro?
Esse crescimento desenfreado registrado no sistema particular não teve o diferencial da forte marca da qualidade que diferencia o ensino superior público (CILONE, 2007)
Segundo a publicação da ANDIFES no dia 14 de setembro de 2006, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um crescimento de 13,2% no número de alunos que estão em cursos de graduação em 2006, em relação ao ano anterior, chegando a 5,9 milhões de universitários. Enfatiza-se que a pesquisa também aponta o aumento de 15,3% dos alunos no ensino superior privado.
Há uma baixa qualidade no ensino privado, mas afinal será que existe alguma “punição” para aquelas que foram avaliadas com nota inferior a média estabelecida pelo ENADE. ou o governo tem deixado passar despercebido este colapso que virou o sistema educacional brasileiro? E ainda está oferecendo benefícios!, e inserindo nestas instituições de ensino superior privada estudantes de baixa renda, indígenas e negros pelo sistema de cotas com o programa PROUNI.
A pesquisa citada, ainda revela que atualmente 10% dos jovens brasileiros entre 18 e 24 anos chegam ao ensino superior. Mas segundo Cilone, 4% dos jovens do Brasil têm acesso ao ensino superior público. O pesquisador afirma ainda que o Brasil é um país profundamente elitista no que diz respeito ai ensino superior.
As instituições públicas devem também crescer em quantidade para assim atender a demanda de estudante que tem como um “sonho” fazer um curso superior assim atendendo uma demanda populacional.
Políticas Educacionais
(De acordo com ROSA; VIEIRA; LEFFER 2006, et/al)
As políticas educacionais dos anos 80, agora sofrem modificações, perante as novas condições de competição no mercado. A atenção se volta não só na eficiência do funcionamento das IES, mas também na qualidade, aprofundando as análises de eficiência da administração escolar, da eficácia dos currículos e da aquisição de habilidades e competências. Como conseqüências assumiram relevância nos processos de avaliação dos sistemas de ensino em grande número de países entre os quais o Brasil, a partir de 1988.
Existem hoje em dia, além das IES, muitas possibilidades e facilidades de obter uma formação superior, com cursos à distância (EAD), e diversos tipos de dinâmicas de ensino. Assim a presença de um professor e ou facilitador frente às dúvidas, exemplificações e avaliações perante aos alunos acaba deixando de ser prioridade assim não tendo uma pessoa que estimule e cobre dedicação dos alunos ao estudo.
Será que esse novo estilo educacional traz aos alunos que são também cidadão, formadores de opinião, pais, eleitores, profissionais, uma construção de conhecimento e sabedoria necessária para suas efetivas decisões perante a sociedade, aos filhos, ao voto consciente e ao no seu trabalho cotidiano?
A legitimidade e a continuidade do processo educativo são inerentes à prática avaliativa.
A forma com que uma IES, conduz seu processo de avaliação acaba por colocá-la no mercado como indicação ou não de respeito à sua própria identidade institucional, fator que a leva a se definir como de alta ou baixa qualidade. Se a instituição tem claros seus propósitos educacionais, se mantém focado no cliente, que é a sociedade, e por sua vez atinge seu objetivo maior que é a excelência naquilo que se faz; é uma questão de compatibilidade, se avaliando, buscando críticas, se dá o melhor sentido da compreensão do que se pode dizer excelência de ensino.
Desta forma a concepção de integração se desenrola na prática da discussão, complementação, ampliação, na proposta de caminhos alternativos de gestão e auto-avaliação voltados para a avaliação institucional, que visam buscar ações para alcance de padrões de qualidade, eficiência que levam a efetividade da prestação de seus serviços de educação superior brasileira. (ROSA; VIEIRA; LEFFER 2006, et/al).
No Brasil, na última década, o interesse pela avaliação sistemática do sistema educacional em todos os níveis e esferas do governo, tem progredido continuamente, com a prática de uma avaliação mais intensa em seus setores políticos e administrativos, voltando para a melhoria da qualidade da educação básica e superior.
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Comentários
Concordo com o comentário feito por Elvira, quando a escola pública foi criado foi destinada para pessoas de baixa renda, trazendo essa análise para as Universidades Públicas, vemos que, atualmente os universitários da rede pública em sua maioria são de classe alta. E onde estão os universitários de classe baixa? Esse questionamento é muito fácil de ser respondido, estão nas particulares (privada), essa situação é o cúmulo! Se o objetivo do MEC é garantir a classe baixa o direito de acesso a Universidade Pública, não é apenas criando contas para negros e índios, mas também caindo cursos por turno, que daria condições a essa classe de trabalhar e estudar.

















Gostaria de fazer meu comentario de tudo que li em relação a escola pública e privadas neste documentos e outros que tive a oportunidade de ler que se refere a este assunto.
As escolas publicas quando foram criadas foi para pessoas de baixa renda mais hoje é ao contrario as pessoas de baixa renda estão nas escolas privadas, porque dar condições de pessoas carentes estudares não é só pelo caso do ENEM estar absorvendo esse pessoal e nem por causa das cotas de índios e negros.E sim porque as escola públicas dar condições para as pessoas de baixa renda estudares,por exemplo podem trabalhar e à noite estudar e publica só oferecen em tempo integral.